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Imóveis no Rio ficaram mais acessíveis em janeiro

Qual Imóvel, 02-2018 Brasil

Valores para venda e locação vêm apresentando retração nos últimos 12 meses

O Index Rio de Janeiro, levantamento mensal elaborado pelo Imovelweb, revela que, em janeiro, o mercado carioca de imóveis registrou uma queda de 0,4% nos preços para venda, em relação ao mês anterior. No acumulado de 2017, a retração foi de 3,3%. Já no quesito locação, 90% dos bairros analisados apresentaram queda nos valores cobrados durante todo o ano.

Aos que buscam comprar um imóvel, o custo médio de um apartamento usado de 65m², de 2 dormitórios e uma vaga de garagem, ficou em R$ 6.041/m². A zona Sul registrou o m² mais caro da cidade (R$ 13.726/m²), enquanto a zona Oeste, o valor mais econômico (R$ 3.457/m²).

Confira o ranking dos bairros mais caros e mais baratos para venda no Rio de Janeiro:

Mais caros (m²)

Leblon R$ 21.978/m²

Ipanema R$ 20.706/m²

Lagoa R$ 16.659/m²

Mais baratos (m²)

Guadalupe R$ 2.953/m²

Santa Cruz R$ 2.801/m²

Pavuna R$ 2.214/m²

O aluguel de um apartamento de 65 m², dois dormitórios e uma vaga de garagem ficou em torno de R$ 1.546/m² por mês, uma queda de 0,6%, em relação ao mês anterior, e de 7%, se considerarmos os últimos 12 meses.

Confira agora o ranking dos bairros mais caros e baratos para locação na cidade maravilhosa:

Mais caros (preço mensal)

Leblon R$ 3.766/m²

Ipanema R$ 3.568/m²

Lagoa R$ 2.821/m²

Mais baratos (preço mensal)

Taquara R$ 1.140/m²

Méier R$ 1.116/m²

Praça Seca R$ 910/m²

A rentabilidade média anual da cidade se manteve em cerca de 4% durante todo o ano, o que significa que são necessários 24 anos de aluguel para recuperar o gasto com a compra.

A seguir, o ranking dos bairros mais e menos atrativos para investir na capital fluminense:

Mais rentáveis %

Vargem Pequena 5,5%

Praça Seca 4,7%

Taquara 4,6%

Menos rentáveis %

Jardim Botânico 3,3%

Ipanema / Leblon 3,2%

Lagoa / Gávea 3,1%

“O mercado imobiliário do Rio de Janeiro vem registrando queda nos preços de locação e venda desde o início de 2017. Tal movimento se justifica, sobretudo, pelos efeitos da crise econômica, que ainda não foram integralmente absorvidos pela população, principalmente pelas classes CDE. Como isso a oferta cresce em relação à demanda, o que gera um encolhimento de valores na hora da precificação”, destaca Mateo Cuadras, CEO do Imovelweb.

“Questões relativas à segurança pública e problemas de infraestrutura também impactam nos preços dos imóveis cariocas, principalmente para quem está tomando uma decisão de investir. Porém, acreditamos que em 2018 teremos um cenário bem mais aquecido na cidade maravilhosa e muitos poderão aproveitar as boas oportunidades de negócios ainda disponíveis”, finaliza o executivo.

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